A “cultura” da tortura e da repressão no Brasil- parte III
A tortura como formatação da repressão e do abuso contra seres humanos foi praticada de forma contumaz e, até mesmo corriqueira, em todos os períodos
A tortura como formatação da repressão e do abuso contra seres humanos foi praticada de forma contumaz e, até mesmo corriqueira, em todos os períodos
Introdução O escritor Pestana dos Santos, filho de colonos portugueses, nascido em Angola em 1941, na cidade-porto de Benguela, antigo depósito de escravos para “engorda
Neste segundo episódio trataremos das revoltas e da repressão ao negro escravo, assim como do surgimento da figura do capitão-do-mato e das milicias para-militares, invenções cariocas.
Passaram-se aproximadamente seis anos entre a criação de o “Último voo do flamingo” e de o “O outro pé da sereia”. Agora Mia Couto abandona
A tortura no Brasil foi praticada de forma contumaz e, até mesmo corriqueira, em todos os períodos de nossa História. No Brasil Colonial e durante
Hernán Cortez, aos dezoito anos de idade, desembarcou na ilha de Hispaniola, atual República Dominicana. Ao lhe perguntarem se desejava uma “hacienda” para cultivo da
“A Voz do Brasil” foi criada no governo de Getúlio Vargas, entrando no ar, diariamente, desde 22 de julho de 1935. No entanto, outro foi
Uma companhia toca insistentemente na madrugada primaveril de São Petersburgo; o ano é de 1849. O jovem Dostoiévski, em trajes de dormir, abre a porta
Liev Tolstói legou-nos um conto precioso, em que os princípios da “banalização do mal”, encontrados por Hanna Arendt no caso Eichmann, foram por ele descritos
O segundo livro que resenharemos de Mia Couto nos extasia da primeira à última linha; seu animismo fantástico é executado ainda com maior maestria. Encontrando
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