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16 abril 2018 por Publicado em: ensaio 8 comentários

Nos anos de 1915 a 1917, a Suíça era um pequeno país a desfrutar a paz em meio ao grande conflito mundial. Por isso mesmo, lá se concentravam milionários que preferiam não correr riscos com suas fortunas  em meio a espiões e contra espiões de todas as potências beligerantes.

Sem dúvida lá viviam também colônias de exilados políticos, expulsos de países autocráticos como a Rússia czarista. Alguns destes viviam “à la larga”, a maioria, entretanto, muito ao contrário.

Como a ordem do dia dentre as grandes potências beligerantes era a guerra imperialista, os exilados estrangeiros cujos focos de atuação fossem a paz e a revolução proletária, não eram considerado muito relevante pelas autoridades e tão pouco pelos serviços de inteligência.

Dentre estes, um especial residia em Zurique. Ele não frequentava hotéis elegantes, assim como jamais aparecia nos bons cafés de época, tão pouco se expunha a reuniões abertas de propaganda política. Vivia discretamente na companhia de sua esposa, hospedado na modesta casa de um sapateiro que alugava quartos na Spiegelgasse, em frente ao Limmat. Seu quarto ficava no segundo andar da velha construção com as paredes externas sujas graças à fumaça expelida por uma fábrica produtora de salsichas vizinha. Se a fumaça pouco incomodava o casal, o mesmo não se dava com o cheiro que ela trazia.

O casal possuía como companheiros de refeição outros hóspedes: um padeiro, um italiano e um ator austríaco. No entanto, mesmo após meses de convivência, graças a um temperamento retraído, sabia-se quase nada a respeito do casal, exceto que eram russos, educados, cordiais, com nomes complicados e que recebiam poucas visitas, quase sempre das mesmas pessoas. Tão somente a esposa do sapateiro conhecia parcela da verdade: ela sabia que eram refugiados políticos que viviam pobremente, alimentavam-se de modo frugal e que tinham muito poucas roupas que, apesar de sempre limpas, e muito batidas.

De todo modo, talvez não chegasse nem a trinta pessoas na cidade que conheciam o verdadeiro nome de Vladmir Ilich Ulianov, o Lênin, o homenzinho que residia modestamente na casa do sapateiro, com sua esposa Nadia Krupskhaia. Nem mesmo nos círculos socialistas sabia-se muita coisa a respeito do hóspede do sapateiro, aquele leitor e estudioso fanático; era sabido que ele editara em Londres um periódico de pequena circulação, pertencente a uma determinada corrente revolucionária e que circulava de maneira muito restrita entre os refugiados russos; sabia-se também que antes de deixar São Petersburgo ele fora o chefe de uma facção do Partido Social Democrata Russo.  Além disso, possuía princípios rígidos e sempre tratava política como algo muito duro e sério, sendo praticamente impossível conciliar opiniões que fossem contrárias às suas.

Como todo russo instruído ele adorava música e literatura. Amigos por quase toda a vida, o escritor Máximo Gorki um dia foi visita-lo e encontrou sobre sua mesa de trabalho um exemplar muito manuseado de “Guerra e Paz”. Disse Lênin: “É Tolstoi, sim. Que colosso, hein? Isso é que é um artista. E sabe o que é o mais espantoso? Até esse conde aparecer em cena era impossível encontrar um mujique russo de verdade na literatura!”

Após o parco jantar, os amigos foram ao quarto do casal escutarem com Krupskaia a “Appassionata” de Beethoven e Lênin comentou: “Não conheço nada mais glorioso, eu a ouviria todos os dias. Ela é sobre-humana… sempre penso de que maravilhas o ser humano é capaz”. E acrescentou: “Mas não posso ouvi-la com muita frequência, pois afeta os nervos, faz a gente querer dizer bobagens simpáticas e passar a mão na cabeça das pessoas… Além disso, não se deve passar a mão na cabeça de ninguém: pode-se levar uma mordida e ficar sem a mão. Temos que, quando necessário, golpeá-los na cabeça sem nenhuma piedade, embora nosso ideal seja não usar a força contra ninguém. Ideal infernalmente difícil!”

Lênin, um homem baixo e um pouco gordo, tinha hábitos de vida absolutamente disciplinados: regularmente, dia após dia, às nove horas da manhã, caminhava da casa do sapateiro até a biblioteca pública, onde imergia em livros até o final do expediente matinal, às doze horas. Às doze retornava à Spiegelgasse, da qual saía à uma, sendo um dos primeiros a retornar à biblioteca e lá permanecendo lá até as seis da tarde.

Ao estudo persistente, sobrevinham as noites, quase sempre preenchidas com reuniões, que ocorriam em pequenos cafés frequentados por operários e intelectuais; a elas compareciam grupos, talvez entre dez a quinze pessoas, em geral mais jovens. Para os atendentes do café, essas reuniões que transcorriam em um idioma incompreensível e pareciam intermináveis.

Disse certa vez em uma dessas reuniões restritas, interpretando como sempre a seu modo os conceitos marxistas: “A destrutibilidade do átomo, a mutabilidade de todas as formas de matérias e a variabilidade de seu movimento constituem o baluarte do materialismo dialético, e nas ciências sociais ele se expressa na luta de classes… Se tomarmos essas ideias como dogmas e agirmos com base nelas, o triunfo do socialismo será inevitável!”

Na verdade as raízes das atividades propostas por Lênin desde sempre eram fundar um partido político preparado para a tomada do poder.

No dia 15 de março de 1917, havia uma surpresa reservada para o bibliotecário de Zurique. Pela primeira vez, em anos, o leitor russo não comparecia à biblioteca assim como jamais a ela retornaria. O que ele não poderia imaginar é que o leitor fiel, Lênin, acabara de receber a notícia de que irrompera uma revolução em seu país.

As notícias lhe caíram como um raio de sol na manhã fria. A princípio, Lênin não acreditara nas novidades que corriam pela boca dos exilados, mas ocorrera uma revolução e esta verdade se firmava de modo glorioso à medida que o tempo passava.

Acontece que na Rússia, tão logo os reveses militares dissiparam o entusiasmo patriótico inicial, o desgaste provocado pela guerra tomou conta do país e o regime czarista mostrou-se incapaz de mobilizar apoio público e mesmo militar, nas próprias tropas.

Na verdade, as derrotas russas na Grande Guerra haviam detonado tensões sufocadas com toda a barbárie em 1905. Em fevereiro de 1917, quando mais de duzentos mil trabalhadores de São Petersburgo declararam greve geral, o sistema político já não possuía o Exército como instrumento para reprimi-los.  Os recrutas camponeses se negavam a reprimir os grevistas. Até mesmo muitos dos cossacos haviam passado para o lado dos que exigiam pão, paz e liberdade.

Enquanto a família real, sob a influência de Rasputin, tentava arrancar uma paz em separado com a Alemanha, por outro lado, os donos de terra e os capitalistas estavam interessados na continuidade da guerra, mas desejavam se livrar da autocracia que emperrava seus negócios.

Nicolau II tentou como última jogada dissolver a Duma, mas os deputados se recusaram a se retirar de cena e nomearam, por sua vez, um Governo Provisório. Logo a seguir, para fugir a tal pressão, a família real tentou fugir para Moscou, mas o seu trem terminou aprisionado por ferroviários em greve e o Czar Nicolau II foi obrigado a renunciar ao trono por telegrama!

Acontece que a corte, a burocracia e o corpo de oficiais consideravam a séculos a Rússia domínio privado do Czar. Também entre os camponeses, inúmeros acreditavam na autoridade forte e indivisível e consideravam a terra como propriedade do soberano. O Governo de Kerenski, tendo ainda por objetivo uma vitória militar, ao aceitar a renúncia do Czar, terminou por causar a derrubada de toda a superestrutura que sustentava 0 estado russo. Logo, tudo desabou, como da noite para o dia.

Um comitê de representantes de soldados, operários e camponeses, denominado Soviete, que havia desaparecido com a repressão de 1905, voltara a se reorganizar. Agora o poder real dividia-se entre um fraco Governo Provisório, representando a burguesia e parte dos senhores de terra e o Soviete de São Petersburgo.

Os prisioneiros políticos foram libertados e anistiados: o primeiro sinal de liberdade fazia-se sentir. Afinal, os milhões de mortos tombados na guerra, os políticos aprisionados, torturados e assassinados pelos Czares talvez não houvessem, afinal, perecidos em vão.

Lênin parecia embriagar-se com cada nova que lhe chegava. As notícias significavam que poderia, junto com tantos outros exilados, voltar à Pátria e empunhar as bandeiras de novas etapas revolucionárias. Os jornais russos publicavam um lacônico chamado do escritor socialista Máximo Gorki: “Voltem todos à Pátria!”

Quando os exilados e, dentre eles Lênin, já preparavam suas malas, chegaram novas notícias: a revolução que ocorrera e que colocara no poder o Governo Provisório, já não se escrevia com letras maiúsculas. Estava mais para um motim palaciano, articulado por diplomatas ingleses e franceses, desejando a manutenção da Rússia na carnificina da guerra contra a Alemanha, o Império Austro- Húngaro e seus aliados, “mudando algo para que tudo permanecesse o mesmo”. Ela nada tinha a ver com os anseios populares de paz, terra e liberdade, muito pelo contrário.

Logo, os convites oficiais para o retorno à Pátria não incluíam exilados como Lênin e seus companheiros, os Bolcheviques do Partido Socialdemocrata. Miliukov, o novo chefe de governo, dera, inclusive, ordens específicas para a polícia de fronteira não permitisse a entrada dos Bolcheviques no país.

Enquanto a jovem águia política, o Bolchevique Lev Trotski, permanecia preso em Halifax, Plekhanof e outros Mencheviques eram muito bem recebidos pelas autoridades em São Petersburgo. Miliukov sabia perfeitamente com que tipo de socialistas poderia contar para o prolongamento da guerra imperialista.

Lênin sentiu-se desesperar. Após treze anos de autoexílio, precisava, custasse o que custasse, até mesmo ao preço da própria vida, retornar à Pátria e tomar as rédeas de um processo revolucionário que poderia conduzir à verdadeira revolução social, aquela com letras maiúsculas!  Pensou até mesmo em conseguir um passaporte falso sueco e, na alfândega russa passar-se por surdo-mudo. Desistiu pelo absurdo. Aí procurou um aeroplano que transpusesse a Áustria e a Alemanha e parasse diretamente em território russo. Outra insensatez para a realidade aerotransportável da época.

De todas as possibilidades, a única alternativa que se apresentou com alguma viabilidade foi a de convencer o governo alemão, inimigo da Rússia na frente de batalha, a permitir que o grupo de Bolcheviques atravessasse num trem o seu país. Aqueles que desejavam a paz poderiam liderar a resistência contra a guerra na Rússia: assim pensou o império alemão. Por outro lado, os Estados Unidos estavam a ponto de declarar guerra ao Império Austro-Húngaro e à Alemanha e isso forçava o imperador Guilherme a tentar realizar a paz em separado com a Rússia.

O imperador alemão pessoalmente resolveu permitir que Lênin e seu Estado-Maior atravessassem seu país à bordo de um trem.

Lênin tomou suas precauções. Afinal, poderia ser tido como um agente inimigo em sua própria Pátria. Seu partido poderia ser comprometido, assim como própria causa. Lutou como um leão contra os receios de seus companheiros e desafiando a história, engolindo alguns de seu preceitos morais, dado que jamais deixara de denunciar o arqui-reacionarismo do Império de Guilherme, negociou pessoalmente com o embaixador alemão impondo algumas condições: viajariam em dois vagões de trem com direitos de extraterritorialidade. Não haveria controle de passaportes e ninguém sairia ou entraria no trem após o embarque. Cada emigrado pagaria de seu bolso todas as tarifas e custos.

Em 8 de abril de 1917, o trem lacrado que partiu de Zurique e atravessou a Alemanha trazia no vagão de segunda classe as mulheres e filhos dos revolucionários, inclusive Krupskaia,a esposa de Lênin, e Inês Armand, comunista francesa poliglota, que lhe era extremamente dedicada. No de terceira classe, viajariam os homens que mudariam a face do mundo.

Após percorrer o território alemão, o trem chegou à Suécia, onde os exilados foram festivamente saudados. Famintos, foram alimentados com os melhores pratos que os operários e intelectuais suecos poderiam prover. Conseguiram até mesmo coletar algum dinheiro, o que lhe possibilitou a Lênin a troca de suas botas ferradas por sapatos e a aquisição de uma muda de roupa adequada, com a qual pudesse se dirigir ao povo russo.

Mais quilômetros foram percorridos e o trem lacrado chegou à Finlândia, então território russo. Ao pisar o solo pátrio, antes mesmo de abraçar os soldados e os operários que o aguardavam, Lênin apossou-se de todos os jornais que poderia ler. Acima de tudo queria ler o Pravda para constatar se ele mantinha o que via como a correta linha do internacionalismo proletário. Irou-se, amarrotou-o e jogou-o ao chão, pois o periódico de seu próprio Partido não estava enérgico o suficiente, não conclamava o povo, os sovietes de soldados, operários e camponeses, à luta pelo poder total. Enfim, não expressava exatamente o seu modo de ver o momento político. Disse à Krupskaia, sua esposa, e aos companheiros mais próximos que haviam ido recepcioná-lo na primeira estação após a fronteira: “Já era tempo de voltar. Tenho que tomar o leme e dirigir o barco para a vitória ou para a destruição”.

O trem aproximou-se de Helsinque na noite de 16 de abril e Lênin ainda temia por sua prisão. Mas a praça da estação ferroviária estava tomada por enorme multidão de soldados de todas as armas e trabalhadores que o aguardavam. Seu número subia a milhares de homens e mulheres acotovelados na praça e apertados em todas as ruas transversais. Quando o líder assomou à porta de seu vagão, a uma só voz todos se puseram a cantar o hino de “A Internacional”.

Dirigindo-se ao comitê que o cercava, Lênin fez de imediato pouco caso dos planos de reforma agrária e outras medidas legais propostas pelo Soviete, e afirmou que os próprios camponeses deveriam se organizar e se apossar da terra sem intervenção governamental. Que nas cidades, os operários armados deviam assumir o controle das fábricas.

Repreendeu severamente os próprios Bolcheviques, dentre eles Stalin e Kamenev, que o recepcionavam. “A revolução proletária é iminente, não se deve dar o menor apoio ao Governo Provisório… Não precisamos de nenhuma república parlamentar. Não necessitamos de nenhuma república burguesa. Não precisamos de nenhum governo além do Soviete dos delegados de trabalhadores, soldados e camponeses.”

Ao sair da estação ferroviária, um oficial aproximou-se e bateu-lhe continência. Lênin, surpreso, retribuiu-lhe o cumprimento.  O oficial deu ordens e um batalhão de fuzileiros navais perfilou-se à passagem do líder. De um microfone instalado na estação ouviu-se o hino “A marselhesa”.

O homem que até três dias antes era hóspede de um humilde sapateiro suíço foi, então,  erguido por centenas de mãos e transportado em triunfo até um carro blindado. Da fortaleza de Kronstadt as luzes dos holofotes se concentravam nele e Lênin fez seu primeiro discurso público.

“Caros camaradas, soldados, marinheiros e trabalhadores, tenho o prazer de congratulá-los pela vitória da revolução russa, saudá-los como a vanguarda do exército proletário internacional… A guerra do banditismo imperialista é o começo da guerra civil na Europa… Na Alemanha tudo está fermentando! Não hoje, mas qualquer dia pode ocorrer o colapso do capitalismo europeu. A revolução russa que vocês realizaram deu o golpe inicial e inaugurou uma nova era: Viva a Revolução Proletária Internacional”!

Para a esposa ele segredou: “Aqueles que não presenciaram a revolução jamais poderão imaginar a sua beleza solene e grandiosa”.

Sob a liderança de Lênin e dos Bolcheviques, alguns meses após, em outubro de 1917, o Governo Provisório seria derrubado, sendo substituído exclusivamente pelos Sovietes sob a direção do Partido.

A facilidade com que o Governo Provisório foi derrubado– segundo Lênin foi como “erguer uma pluma” – convenceu muitos historiadores da “inevitabilidade” da Revolução. No entanto, o próprio Lênin considerava o desfecho incerto. Em cartas ao Comitê Central, em setembro e outubro de 1917, ele insistia em que o sucesso dependia inteiramente da velocidade e da coragem com que a insurreição armada fosse executada. “Atrasar o levante é morte… tudo está suspenso no ar”. Mais tarde, Trotsky afirmou que “sem Lênin (e ele próprio) estivéssemos em Petrogrado, não teria havido Revolução de Outubro”. Ainda conforme o testemunho de Trostsky, a Revolução de Outubro, em Petrogrado, foi realizada por “no máximo” 25 mil a 30 mil pessoas, numa cidade com uma guarnição superior a duzentos mil soldados.

Talvez a razão mais importante do rápido sucesso da Revolução tenha sido a militarização da política, tão bem implantado sob a regência de Lênin. Os ativistas políticos tornaram-se militantes. De fato, nenhum outro Partido  antes dos Bolcheviques havia tratado a política como guerra, no sentido literal da palavra e com objetivo não apenas de compelir o inimigo a render-se, mas de aniquilá-lo. E esta inovação, juntamente com o apoio de parcela da população consciente e o desabamento do império russo, deram-lhes vantagens significativas sobre seus oponentes. E, provavelmente, a mais profunda Revolução até então conhecida na história da humanidade pode implantar uma nova estrutura social, num país cujo capitalismo era extremamente atrasado, o proletariado ainda incipiente e a propriedade agrícola semi-feudal.

Comentários

  1. ter 17th abr 2018 at 15:08

    Excelente descrição dos bastidores da revolução russa. Li com entusiasmo e aprendi muito. Este tema de bastidores me interessa. Grato Carlos por compartilhar, você abre uma janela para o entendimento dos grandes eventos que moldaram o mundo. Abraço. Ronaldo Carneiro

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  2. Orlando Sampaio Silva
    ter 17th abr 2018 at 22:17

    Nenhuma revolução se concretiza sem o recurso das armas. A primeira revolução, em 1917, não foi comunista. Kerensky era um social-democrata.
    A revolução comunista foi a de outubro, a revolução dos soviets liderados por Trotsky., que era o líder do soviet de Petrogrado. Lenin e Trotsky comandaram a revolução, mas o gênio militar, em Petrogrado, foi o de Trotsky, o comandante do Exército Vermelho. Perguntas: Por quê logo Stalin estava no Poder com o culto à sua personalidade e sua perseguição aos comunistas que ele considerava seus adversários? Por quê a URSS se desestruturou sem invasão de exércitos inimigos e sem guerra interna? E o Exército Vermelho ficou omisso! Por quê?

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    • Carlos Russo Jr  –  ter 17th abr 2018 at 23:57

      Sou anti estalinista. Mas Stálin quando Lênin adoece já dominava toda a máquina partidária. Num dos póróximos artigos, falarei sobre minha visão da deterioração da Revolução soviética. Abs

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      • Orlando Sampaio Silva  –  qua 18th abr 2018 at 1:14

        Obrigado pela atenção, Russo.
        O surpreendente, na conjuntura atual, é que o Putin, atual presidente (ad eternum) da Russia, que foi do Exército Vermelho e da KGB, tem como plataforma de governo a restauração de incorporações ao domínio russo de nações vizinhas que se autonomizaram com o fim da URSS, mas tem no PCR o partido (praticamente, único) de oposição ao seu governo. A política expansionista de dominação é semelhante, mas sem a ideologia política daqueles tempos. Putin não é (mais) do PC.

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  3. Jorge Rubem Folena
    qua 18th abr 2018 at 9:51

    Carlos:
    Excelente. Me ajudou muito a pensar o atual estágio do Brasil e como organizar energias para dias que virão.
    Um cordial abraço.

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  4. Lérida Povoleri
    qua 18th abr 2018 at 12:20

    Adorei e dou os parabéns pelas grande contribuiçoes sobre o tema! Gostaria de poder comentar mais…

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  5. Jose Wilson da Silva
    qui 19th abr 2018 at 2:05

    Muito esclarecedor, embora já se tenha uma ideia. Colosso.

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  6. sex 20th abr 2018 at 0:33

    muito boa exposição sobre a Revolução Russa, que na verdade se dera pelos trabalhadores em greve, contribuiu para um melhor esclarecimento.

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