localizador vehicular gps tracker rastreador gsm gprs sms programa para espiar cualquier tipo de celular gratis here link here vendo celular espia free blackberry messenger spy app como espiar el whatsapp de alguien mas est espiar celulares 2013 i spy books for android programa espiar whatsapp spy descargar press site

Mês:

janeiro, 2019

Hoje nos deparamos com uma política antiimigratória desumana dos Estados Unidos, que atinge milhares de famílias de paupérrimos mexicanos, assim como as de diversos países desconstruídos da América Central.

Acontece que, historicamente, existe uma série de fatores que ao mesmo tempo em que propiciaram, por um lado, a riqueza e a pujança da economia americana, por outro atuaram para que a pobreza e a decadência de diversos países se perpetuassem e se agudizassem perante o neoliberalismo triunfante. Estes fatores têm suas raízes em meados do século XIX e chama-se imperialismo.

Acentua com toda a correção Edmund Wilson, autor de “A sangreira Americana” (1961), que os americanos e sua mídia sempre chamaram de imperialismo os avanços sobre os países vizinhos da antiga Prússia, da Alemanha, da Turquia e, principalmente, da antiga U.R.S.S.. “Todavia é-nos difícil reconhecer que somos um país devorador, e que a linguagem que utilizamos é feita para enganar. Se quisermos realmente entender o tipo de papel que desempenhamos, teremos que olhar para trás e tentar ver objetivamente quais foram, no passado, nossas tendências e nossas práticas.”

Mapa do México e U.S.A. -1824

Os Estados Unidos da América iniciaram sua expansão imediatamente após a expulsão dos ingleses. Compraram, logo a seguir, a Louisiana dos franceses e a Flórida dos espanhóis.

No Texas, parcela do território mexicano e sob o domínio espanhol, os norte-americanos iniciaram a invasão colonizadora. Quando o México se torna independente, os U.S. tentam comprá-lo, mas os mexicanos não querem vendê-lo. Os colonos americanos se organizam em milícias e expulsam de suas terras os mexicanos, proclamando a república independente do Texas, que mais tarde se juntaria aos U.S.A..

Continue lendo

Os estudos sobre o fascismo italiano realizado por Gramsci, nos anos 1920, conduziram-no a uma conclusão:

Até mesmo os delitos comuns tinham aumentado assombrosamente com o advento do fascismo, mesmo com toda a brutal repressão por ele aportada. A causa era a da marginalização e perda dos direitos dos trabalhadores nas regiões mais atrasadas da Itália. O desenvolvimento capitalista, com a destruição da democracia, estava organizado não em proveito do povo, mas no das grandes corporações, que haviam financiado a ascensão de Mussolini ao poder.

E com que ferramentas o fascismo se apossara da Itália? Para Gramsci “a primeira liberdade a ser aniquilada e aniquilada da forma mais brutal, não ocorrera com a adoção ou mesmo a promulgação de leis ou decretos, mas com o exercício da violência pura e simples e com o aumento da criminalidade,” fora a liberdade de organização e do movimento econômico dos operários, dos camponeses, dos pobres; depois, a liberdade de opinião e de expressão e nesse barbarismo todo já estava contida- como germe- a essência do fascismo.

E no avanço do mesmo, Gramsci destacou duas consequências: “A primeira é que, quando o fascismo organizou o poder, primeiramente substituiu ou expulsou o velho pessoal dirigente político, tradicional e corrupto”. A segunda, é que o governo arrastou atrás de si, até o fim, uma “trupe de inconscientes, aventureiros e delinquentes”, tão ou mais corruptos que os políticos socialdemocratas tradicionais.

Continue lendo

Nascido em uma família judaica do Bronx, em 1927, Roy Cohn era o único filho do Juiz Albert Cohn, um influente membro do Partido Democrata Americano. Em 1946, Roy formou-se em Direito na “Columbia Law School”, com a idade de 20 anos. Teve que esperar até a maioridade para poder ser admitido como profissional, não sem antes haver tentado subornar o Professor Lionel Trilling.

É verdade que seu seguidor, Olavo de Carvalho, jamais concluiu curso universitário algum, autodenominando-se filósofo; mas isso não importa muito.

Cohn usou suas conexões familiares para fugir do serviço militar e da guerra na Europa, assim como para obter uma posição no escritório do “United States Attorney”, em Manhattan, aos 21 anos de idade. Seguindo indicações e graças às ligações de seu pai Juiz, registrou-se no Partido Democrata, o que jamais constituiu qualquer empecilho para que Cohn fosse apoiado pela maioria dos republicanos influentes de sua época, incluindo dois Presidentes dos Estados Unidos.

Uma vez no “U.S. Attorney”, rapidamente tornou-se assistente do Procurador dos U.S.A. em Nova York, Irving Saypol. E foi como seu assistente que Cohn contribuiu para que um grande número de cidadãos americanos fosse acusado de serem marxistas e de cooperarem com a União Soviética. Um dos primeiros envolvidos na perseguição foi William Remington, um funcionário do Departamento de Comércio, acusado de espionagem por Elizabeth Bentley, formalmente uma desertora da KGB, o que futuramente concluiu-se ser uma mentira plantada por Cohn. Pese a ausência de provas, Remington foi condenado por duplo perjúrio ao não assumir sua ligação com o Partido Comunista Americano.

Cohn também perseguiu ferozmente os onze membros da direção do Partido Comunista Americano, que atuava na legalidade, acusando-os de pregarem a derrubada violenta do governo americano, “a dissolução da família americana”, o que permitiu a aprovação do “Smith Act” pelo Congresso, com enorme prejuízo às liberdades individuais.

Continue lendo