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julho, 2018

Auschwitz foi o nome dado à maior rede de campos de concentração operada pelos alemães nazistas e seus colaboradores, localizado ao sul da Polônia. Possuía três blocos principais:  Auschwitz I, o campo de concentração principal e centro administrativo;  Auschwitz II–Birkenau, o campo de extermínio em massa e Auschwitz III–Monowitz, grande complexo estruturado pelo capital privado industrial e movido pelo trabalho escravo de prisioneiros.

Calcula-se que mais de um milhão e trezentas mil pessoas, sendo oitenta por cento deles judeus, foram assassinados nesses campos. Aqueles que não o foram nas câmaras de gás de Birkenau, morreram de fome devido aos trabalhos forçados, à proliferação de doenças infecciosas, por execuções individuais ou por experiências ditas “científicas”.

“Auschwitz é o ponto zero da História, o começo e o fim de tudo o que existe”. Elie Wiesel ainda afirma que “porque vimos a aniquilação de comunidades judaicas, ciganas, comunistas, democratas, pelo câncer nazi- fascista na Europa, temos que combatê-lo sem um minuto de trégua, para salvar o mundo do contágio”, dado que tendências contemporâneas fascistas e homicidas possam em Auschwitz inspirar-se.

No portal do campo, ao final da linha de estrada de ferro da morte pela qual chegavam, os prisioneiros liam três palavras escritas com escárnio e sadismo: “Arbeit macht frei”, ou “Só o trabalho liberta”.

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O quarto moscovita, onde residia o escritor Mikhail Bulgákov com sua esposa, ficava no corredor de um prédio senhorial coletivizado após a Revolução. Um dia, a administradora ansiosa do imóvel quase arrombou a porta pela manhã, anunciando que alguém no Kremlin estava ao telefone. Ainda sonolento, Bulgákov atendeu: “Agora o camarada Stalin vai lhe falar.” Deveria ser uma brincadeira e ele bateu o telefone, que, no entanto, voltou a soar insistente. Do outro lado, a voz branda e adocicada do “Pai dos Povos” disse ao escritor: “Como vai, camarada Mikhail Afanasievich? Li sua carta, talvez tenha razão em algumas coisas, mas o camarada deve estar com nojo de nós. Está pedindo para deixar o país…” Bulgakov sentiu o golpe e respirou fundo antes de responder: “Eu tenho pensado muito ultimamente, mas pode um escritor russo viver longe da pátria? Não, não pode.” Stalin retrucou-lhe de imediato: “Tem razão. Se quer ficar conosco diga-me se ainda deseja trabalhar no Teatro de Arte”. Perante a afirmativa, o líder prosseguiu: “Envie um requerimento para o teatro, agora eles o aceitarão. E precisamos nos encontrar para conversar.” Bulgákov animou-se: “Quando?” Respondeu-lhe Stalin: “Vamos ver, camarada, vamos ver.” No entanto, por mais que tentasse jamais Bulgákov voltaria a falar com Stalin.

A geração dos grandes artistas e intelectuais dos anos 1890 produziu o maior literato e dramaturgo simbolista russo: Mikhail Bulgákov! No entanto, ele era dono de um simbolismo todo especial, aquele definido por Franz Roh, em 1925, como “realismo mágico” e quase meio século após, adotado pelos principais escritores latino-americanos como Cortazar , Vargas Llosa, Garcia Marques, Bioy Casares e Borges.

Sua obra-prima foi o romance “O mestre e Margarida”, que permaneceu escondido por sua esposa até mesmo dos amigos mais próximos, vindo à luz no princípio dos anos 1960 e publicado trinta anos após sua morte, permitindo que a literatura soviética ganhasse novas e desafiadoras cores e, pode-se mesmo dizer que com sua publicação, o simbolismo se revolucionou.

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Março de 1940, tropas alemãs atravessaram a Dinamarca e derrotaram as unidades anglo-franco-norueguesas que defendiam a Noruega. Maio, as divisões Panzers alemãs invadiram Holanda, Bélgica e Luxemburgo. Junho, foi a vez do drama de Dunquerque. Em 6 de julho, as tropas francesas evaporaram. No dia 14 de julho, como prometera um ano antes Hitler, as tropas alemãs entraram em Paris sem encontrar qualquer resistência.

O velho Marechal Pétain negociou um armistício com os nazistas. Um governo fantoche estabeleceu-se em Vichy, e uma fronteira foi erguida entre a parcela da França ocupada militarmente, que, logicamente, incluía Paris e o “novo Estado provisório”. Em  9 de julho, a Assembleia Nacional Francesa, transportada para Vichy, decidiu por 468 votos contra 80, dar poderes a Pétain para promulgar uma nova constituição protofascista.

A palavra colaboracionismo deriva do francês “collaborationniste”. O interessante é o fato histórico de ter sido introduzida pelo próprio Pétain no linguajar político. Em discurso radiofônico pronunciado em outubro de 1940, ele exortou os franceses a colaborarem com o invasor nazista. Desde então, a palavra significou uma forma de traição de cidadãos de um país ocupado por inimigos. A atitude oposta ao colaboracionismo — a luta contra o opressor — passou a ser representada historicamente pelos movimentos de resistência ao invasor.

Se a colaboração com o nazismo foi um fator de desagregação nacional, ela partiu sempre uma decisão individual e, nunca, de uma posição de classe social. Entretanto, o escritor católico François Mauriac, Nobel de Literatura de 1952, escreveu em 1943 que “apenas a classe operária ficara fiel à pátria”.

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