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maio, 2018

Desde o ano 1918 até 1930, Gorki esteve em todas as listas de concorrentes ao Prêmio Nobel de Literatura, sem, injustamente, jamais ter sido agraciado com o mesmo. Nesses anos tornara-se um legítimo sucessor de Tolstoi e Dostoievski, sendo então o escritor mais amado de toda a Rússia e de boa parte do mundo europeu.

Aquele que já nasceu poeta antes mesmo de aprender a escrever corretamente, faleceu aos 66 anos de uma maneira que até hoje permanece um mistério: tratou-se de morte natural ou foi assassinato?

Gorki morreu nos arredores de Moscou, na mesma casa onde doze anos antes morrera Lênin. O corpo foi sepultado com todas as honras na Praça Vermelha, junto ao mausoléu do dirigente comunista. O laudo médico acusou:  pneumonia.

Dois anos após, entretanto, a Promotoria de Justiça acusou “agentes de Trotski e fascistas” de terem envenenado o escritor-símbolo da literatura proletária. Nos bancos dos réus sentaram Genrikh Iagoda, chefe da polícia secreta diretamente subordinada a Stalin, Vladimir Kriutchov, secretário de Gorki e agente de polícia, e vários médicos do Kremlin. Todos confessaram publicamente seus crimes, incluindo o assassinato de um filho de Gorki, e foram fuzilados.

Gorki, o amargo, pseudônimo de Máximo Peschow, nasceu na extrema pobreza, em 1868. Órfão, ainda criança, o menino teve de deixar a casa do avô para ganhar a vida. Ocupou-se do que havia à mão, de sapateiro e desenhista até lavador de pratos em navios. Mais tarde, peregrinou até Odessa com uma turma de marginais nômades em busca de emprego. Trabalhou como estivador, auxiliar de escritório, jardineiro, cantor de coro, padeiro. Viajou pelo Cáucaso, Crimeia e Ucrânia. Sofreu a miséria, o frio, a fome e a revolta de um andarilho: este é seu curso universitário, batizado mais tarde por ele como “Minhas Universidades”.

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Nas sociedades democráticas contemporâneas a liberdade foi perdida em meio a um sistema que deixou de representar os anseios dos cidadãos, tornando a convivência humana fundada na igualdade política impossível.

Como decorrência, alijado das decisões políticas e sem espaços para o exercício da liberdade, a população tornou-se desinteressada da coisa pública e seu único Espaço Público reduziu-se à uma urna eleitoral eletrônica e o “Ser Cidadão” foi transformado em mero eleitor digital.

Até mesmo o espaço público-privado do dia a dia, do trabalho, da escola, da vida comunitária é tão somente formalmente público, dado que dele não mais fazem parte os discursos, as ações comuns, o contato e a proximidade entre cidadãos, enfim, aboliu-se em todos eles a fraternidade. Pelo contrário, as ruas, as fábricas, os shoppings, são espaços consagrados ao isolamento: um espaço que os indivíduos ocupam solitariamente, mas não o compartilham entre si!

Os arautos do neoliberalismo recitam uma cartilha que busca abolir o coletivo até mesmo na produção capitalista. Inventam o empreendedorismo como um esparadrapo mal arranjado para uma doença criada pela alta tecnologia: o antigo exército industrial de reserva foi substituído pelos desocupados sem perspectiva de empregabilidade.

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