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março, 2018

A década de 1870 marca o nascimento do terrorismo russo. Com forte inspiração no anarquismo de Bakhunin, falecido em 1876, um grupo de intelectuais fundadores da organização clandestina “Vontade do Povo”, deixa as cidades para irem ao campo pregar a revolta aos camponeses.

Em pouco mais de um ano de atividades no campo, noventa e três de seus militantes estavam pres
os e aguardando o dia do julgamento que seria em 24 de janeiro de 1878; neste dia, a revoltada Vera Zassulitch (que posteriormente abraçaria o marxismo e seria oposição aos bolcheviques) mata o general Trepov, governador de Petersburgo. Presa e torturada nada declara, o que deixou seus verdugos em dúvidas, tanto que foi absolvida num primeiro julgamento. Livre, parte para a clandestinidade.

Este atentado desencadeará  ações repressivas e outros atentados que somente se esgotarão por exaustão. “Morte por morte”, proclama o intelectual Serguei Kravchinski, o qual executaria o general Mezentisov, chefe da polícia política russa.

Poucos meses após, Alexandre II cria a Okhrana, a arma mais eficaz de terrorismo de Estado que até então havia sido montada. Entretanto, após sobreviver a dois atentados, o próprio Alexandre II é assassinado pela “Vontade do Povo”, em 1881. Sofia Perovskaia, Jeliabov e seus companheiros envolvidos na execução, são presos, torturados e enforcados.

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“Todos os grandes poetas russos, para quem os versos eram o próprio destino, escreveram de acordo com métodos clássicos, e cada um tem uma entonação não repetível, pura. Notem que as possibilidades dos versos russos são ilimitadas”. ( V. Chalamov, autor de Contos de Kolimá).

Boris Pasternak é um homem de seu tempo, tempo que é o do descomedimento, da violência, da revolução. Apesar de jamais ter deixado de participar do sonho heroico das revoltas e revoluções de 1905 a 1917, ele se manteve sempre distante dos holofotes. “Os homens que passaram pela escola penosa das ofensas, com as quais o poder e a riqueza cobriam os desvalidos, compreenderam a revolução como uma explosão de sua própria ira, como um ajuste de contas carnal, após um ultraje de séculos.”

Em tempos de Primeira Guerra Mundial, pacifista, afirma que o indivíduo deveria preservar sua capacidade de amar, pois é “pela paixão e por um sofrimento devidamente consentido que se consegue mudar a face do mundo”.

O poeta concebe, então, “a beleza viva como a maior diferença entre a existência e a não existência, sabe que mesmo o dinheiro ganho honestamente não é uma vitória, e que sem vitórias do espírito nunca ocorre a libertação”. Em “Alto mar”, escreveu:

“Éramos a música das ideias puras,

Mas ele (a celebridade) compreendeu mais tarde que

A obra requer o dom de si mesmo

Não o estardalhaço ou sucesso”.

Pasternak, na chegada à Estação Finlândia do Comandante da Revolução Soviética, V. U. Lênin, escreveu: “O inesperado do aparecimento por trás da fronteira fechada, seus discursos inflamados, a retidão que saltava aos olhos, as exigências e as impetuosidades, a ousadia sem precedentes de sua comunicação com a fúria desencadeada do elemento popular; a capacidade de não levar nada em conta, nem mesmo a guerra em curso em pró da criação de um mundo novo, jamais visto antes; a impaciência e a dedicação incondicional, a par da agudeza dos desmascaramentos destruidores e sarcásticos, deixavam estupefatos os discordantes, subjugavam os oponentes e suscitavam a admiração até mesmo dos inimigos.”

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