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fevereiro, 2018

O Brasil nasceu para o mundo europeu através de um processo de exploração predadora de recursos humanos e naturais. A escravização dos indígenas e seu genocídio trouxe como consequência a necessidade importação de uma mão de obra abundante, que não tivesse qualquer identidade com nossa natureza. Como consequência implantou-se um negócio altamente lucrativo, o trafico de negros trazidos de diferentes pontos da África, submetidos à escravidão.

Logo, a tortura como instrumento de submissão foi praticada de modo contumaz e corriqueiro, em todos os períodos de nossa História. No Brasil Colonial e durante o Império, os alvos preferencias eram os índios e os negros escravos; já, na República, quer em seus períodos ditatoriais ou nos mais democráticos, com grau maior ou menor de abrangência, aos índios e aos negros juntaram-se os mulatos, os cafuzos, os mestiços e brancos, desde que pobres ou marginalizados.

Foi a esse padrão “cultural” que veio somar-se, no século XX, a tortura sistemática a revolucionários e revoltosos, quer fossem políticos, sindicalistas ou lideranças populares. Ou seja, a tortura como modo de submissão, de castigo, de investigação ou de simples satisfação sádica, percorre todos os nossos cinco séculos de “civilização branca”, até os dias de hoje.

Nós centralizaremos nosso foco narrativo em algumas crônicas literárias que mostram a tortura como instrumento de segregação racial e social na sua própria origem, no escravagismo. O estudo dos métodos de tortura constitui um verdadeiro manual de como destruir um ser considerado inferior, ou seja, a banalidade do mal se instalou por nossas terras junto com o escravagismo, desde o Brasil Colônia e jamais nos deixou.

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Genial e terrena, intensamente livre, Tsvetaeva foi ao lado de Pasternak, Maiakovski, Mandelstam e Ana Akhamatova, um dos mais importantes expoentes da geração de artistas e intelectuais nascida nos anos 1890 e que tanto influenciaria e seria influenciada pelos rumos da Revolução Soviética de 1917.

Seu poema “À Vida” é como o arauto de uma alma inquebrantável, um temperamento arrebatado e inquieto que rompe os limites do próprio tempo.

“Não roubarás minha cor                                                                  

Vermelha, de rio que estua.

Sou recusa: és caçador!

Persegues: eu sou a fuga.

Não te dou minha alma cativa!

Colhido em pleno disparo

Curvo o pescoço e o cabelo,

E abro a veia da vida”.

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Vladimir Maiakovski, em sua curta existência, foi um dos maiores poeta do século XX. Revolucionou a poesia libertando-a do quadro estreito das antigas convenções. Foi ele também quem introduziu nos poemas a linguagem dos homens comuns, o palavreado corrente sem que seus versos se banalizassem. A técnica inovadora do verso em escada libera a fala poética e permite-lhe se apossar do discurso político, o ideal que clama por um futuro. E, como se isso tudo não bastasse, Maiakoviski ainda alargou o lirismo, o amor individual, abarcando a condição humana.

Foi em vida um poeta modernista reconhecido em todo o mundo como símbolo do novo; realizou cursos, palestras e participou de encontros nos USA, no México, em Cuba e em diversos países da Europa.

Já como revolucionário, ele tinha para si que a Revolução de 1917 não deveria deter-se na tomada do poder político e na coletivização dos meios de produção. Ou ela permitiria a transformação da vida cotidiana, de toda a vida, do amor entre os homens e das artes, ou não mereceria o nome de revolução.

Péssimo aluno no curso ginasial desenvolvera precocemente paixão pela filosofia. Punido por distração em sala de aula, encontraram abaixo de sua carteira o livro que ele realmente lia durante as falas do professor: “Anti-Duhring”, de F. Engels.

Aos 15 anos aderiu ao Partido Social Democrata, sendo um mês após, preso numa manifestação de rua. Solto, a Okhrana czarista o colocaria novamente atrás das grades aos 16. Em sua autobiografia “Eu mesmo” ele credita o tempo atrás das grades ao conhecimento adquirido em Byron, Shakespeare e Tolstoi, assim como nas obras simbolistas de Bièle, devoradas na prisão.

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