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janeiro, 2017

A relação entre Sartre e Camus começou por volta de 1940, primeiramente com a descoberta mútua dos livros editados, e, posteriormente, com a amizade pessoal, que durou toda uma década.

Primeiramente, Camus realizou uma resenha absolutamente entusiasmada de “A náusea” de Sartre, escrito em 1938. O personagem Roquetin insistia nos traços repugnantes da humanidade ao invés de fundar em algumas de suas grandezas os motivos para se desesperar. A maioria das pessoas desfrutaria de uma liberdade que lhes era inútil. “Aliás, será a liberdade sem limites que os levará a tropeçarem em suas próprias vidas ou encontrarão seu próprio fim?” A imagem de Roquetin ao final do romance é a de um homem sentado em meio às ruínas de seu presente, de seu passado e de sua própria vida.

Sartre, por seu lado, entusiasmara-se pelo “O estrangeiro” de Camus: Meursault é claramente um indivíduo inconsequente e destituído de objetivo. “O absurdo não está nem no homem e nem no mundo se os examinarmos isoladamente; mas como a característica essencial do homem é estar no mundo, o absurdo acaba por coincidir com a condição humana.”

Filosófica e politicamente muito próximos, eles eram frequentemente vistos como estando juntos na resistência ao nazi- fascismo, embora o comprometimento de Camus tenha sido muito mais importante que o de Sartre. De qualquer modo, ambos tornaram-se os escritores mais célebres na França após a libertação e foram os que mais arrebataram as atenções da esquerda intelectual e, de certa forma, a formataram, por quase duas décadas.

Ao final de 1944, após a expulsão dos alemães, o PCF ( Partido Comunista Francês) tinha 400.000 filiados e praticamente todos os grandes sindicatos operários  seguiam suas orientações. Em 1946, este número chegou a 800.000 e a máquina partidária possuía 14.000 funcionários. Nas eleições gerais do final do ano o Partido obteve quase um terço dos votos e os Ministérios da Educação, Segurança Social e Polícia ficaram sob seu controle. As transformações socialistas pareciam estar ao alcance das mãos.

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Os franceses atravessaram tantas revoluções, golpes e contragolpes de Estado em menos de um século, que se pode afirmar que nos tempos da infância e da juventude de Proust, a classe média à qual ele pertencia respirava a política com certo enfado.

“Temos tido muitas revoluções desde 1789! A nossa experiência nos revela que as revoluções terminaram sempre em tiranias, que os Partidos se dissolvem, as divergências são esquecidas e os adversários de hoje serão os aliados amanhã. O adversário político, que apesar de raciocínios e provas, considerava como traidor o sectário da doutrina oposta, chega a compartilhar das detestadas convicções quando já não interessam àquele que antes tentava inutilmente difundi-las. Esta costuma  ser “a fortaleza” das convicções dos nossos políticos”.

A França teve aquela muitas vezes centenária Monarquia dos Bourbons derrubada pela grande Revolução Francesa, que instituiu a Primeira República, e com ela a fundação de seu primeiro Estado Nacional.  Em 1793 , entretanto, a Revolução viveu a fase conhecida como do Terror e, logo a seguir, a adveio a derrocada dos jacobinos. Bonaparte, então, ganhou destaque no âmbito da Primeira República Francesa. Em 1799, liderou um golpe de Estado e instalou-se como primeiro cônsul, sendo que cinco anos após, fez-se proclamar Imperador.

Fruto de uma política imperialista agressiva, os franceses guerrearam contra praticamente todas as potências europeias, as chamadas Guerras Napoleônicas. Após quinze anos de guerras, com a derrota na frente russa, Napoleão I é derrubado e, logo após os seus “cem dias”, em 1815, assassinado.

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A gestão de Artur Bernardes à frente do Governo Federal foi marcada por uma permanente instabilidade política, crise econômica, revoltas dos trabalhadores e de parcela das forças  armadas. Governou o país sob “estado de sítio” em detrimento dos direitos e das liberdades individuais. Criou o Departamento de Ordem Política e Social em 1924, cujo objetivo era censurar e reprimir movimentos políticos e sociais contrários ao regime no poder. Como  DEOPS, este órgão repressor se manterá ativo até a redemocratização do Brasil, em 1983.

No entanto, é graças aos seus arquivos que podemos não somente reconstruir a intolerância e a repressão que foi a tônica do século passado, mas também a resistência de intelectuais, de trabalhadores e de estudantes às injustiças sociais e à repressão política. Parcela de seu acervo são milhares de exemplares de jornais apreendidos.

Nosso ensaio falará especificamente de dois Jornais Alternativos, com linha editorial anarquista, que sobreviveram durante meio século, entre os anos 1901 e 1951, graças ao denodo de homens que enfrentaram a pobreza, a cadeia e a tortura e que não podem ser esquecidos.

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