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novembro, 2015

Stefan Zweig, ao terminar de escrever o seu livro “Os Construtores do Mundo”, no qual incluiu a análise sobre a vida e obra de Balzac, Dickens, Holderlin, Kleist, Nietzsche e Dostoievski, foi convidado a realizar  um resumo comentado da principal obra do grande escritor russo: “Os Irmãos Karamazovi”. Pensou seriamente em realizar tal projeto, facilitando para as novas gerações uma leitura simplificada no estilo, condensada em sua trama, mas que não deixasse de inserir os eixos conceituais humanísticos, psicológicos, religiosos e políticos da obra.

Ele sabia que, num primeiro contato, o leitor de Dostoievski corre o risco de acreditar que está na presença de uma obra pouco movimentada, mas prolixa dada a polifonia de cada personagem, além disso inserida num mundo com hábitos e até mesmo nomes bastante estranhos e de certa forma, diferentes do homem moderno. Fatores mais que suficientes para  induzir o leitor de “primeira viagem” ao desânimo nas primeiras páginas do livro.

Infelizmente, uma série de circunstâncias como o advento da Segunda Guerra Mundial e o falecimento prematuro do grande intelectual e escritor vienense  impediram que ele executasse tal projeto.

Possuia até mesmo um título provisório para o trabalho, aquele que o próprio Dostoievski designara para o local onde se passa a tragédia dos Karamazovi: Skotoprigonievski, uma cidadezinha que justapõe palavras em russo cujo significado é “um depósito de animais”. O grande depósito de animais que simboliza um universo, microcosmo de nosso mundo de humanidades, no dizer de Ivan, repleto de “focinhos humanos”.

Como desde então niguém se aventurou a escrever e publicar tal resumo explicado, acreditamos que um espaço esteja aberto para uma despretenciosa introdução à sua indispensável leitura.

“Os Irmãos Karamazovi” constitui o apogeu e o final da obra do grande escritor dramático do século XIX. Dostoievski esperava sequenciá-lo com um trabalho que coroaria toda sua produção literária, no qual possivelmente continuaria a retratar a vida de Alieksei Karamasov; já possuia até mesmo um título: “O Grande Pecador”, romance que não passou de seus primeiros desenhos arquitetônicos, pois, infelizmente, o autor não viveu para encetá-lo.

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Afinal, quantas vezes nos perguntamos sobre o que seria a arte? Talvez a resposta mais sintética possível seja: a arte é a disposição humana de material sensível ou intelectual para uma finalidade estética.

Penso na impressão propiciada pelo belo de um corpo feminino e admito que cada civilização admire determinado tipo, certo padrão de beleza. Estariam as qualidades dos corpos de certa forma determinadas pela consonância entre estas e as múltiplas funções da mulher na proliferação da nossa espécie?

Prefiro pensar que não, ou pelo menos que este fator seja bastante relativo, mesmo aceitando ser o mundo humano mais monótono do que tantas vezes o imaginamos. Acontece que um mesmo objeto pode não causar a mesma impressão de belo para todos, mas todos podem admirar um belo objeto, na medida em que descobrem no mesmo certas relações que satisfaçam. São relações sensíveis que se tornam “visíveis” para mim de uma forma e para outros de outra, de tal maneira que devem conter as necessárias qualidades da beleza percebida por todos.

Busquemos a conceituação de beleza que nos deixou o aristotélico São Tomás de Aquino, um sábio que balizou a escolástica e suas idéias constituiriam o próprio “tomismo”, uma das centralidades do catolicismo a partir do século XIII.

Dizia Aquino que três princípios devem alicerçar o belo: integritas (integridade), consonancia   ( harmonia) e claritas ( irradiância).

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