localizador vehicular gps tracker rastreador gsm gprs sms programa para espiar cualquier tipo de celular gratis here link here vendo celular espia free blackberry messenger spy app como espiar el whatsapp de alguien mas est espiar celulares 2013 i spy books for android programa espiar whatsapp spy descargar press site

Mês:

outubro, 2015

“A frieza na relação sexual é morte e imbecilidade”.

”Quer que eu lhe diga? Quer que eu lhe diga o que você tem e os outros homens não têm? (…) Coragem dos próprios sentimentos, coragem da ternura; essa coragem que o faz pôr a mão na minha bunda e dizer que a tenho magnífica!”

“O que os olhos não vêm e a mente desconhece não existe. A cada dia basta seu mal e a cada momento a aparência da realidade.”

David Herbert Lawrence ( 1885, 1930) foi um dos mais importantes modernistas  ingleses,  aquele que ao abordar a sexualidade e as relações humanas , pôs a nu os convencionalismos e os preconceitos. No conjunto, sua obra expõe uma profunda reflexão sobre os efeitos desumanizantes da modernidade e da industrialização.

Pese que sua vida tenha sido interrompida precocemente pela tuberculose,  suas contibuições estenderam-se a praticamente todos os gêneros literários:  novelas, contos, poemas, teatro, livros de viagens, traduções,  arte e crítica literária. Ademais, além de escritor, Lawrence era pintor e produziu obras expressionistas de valor.

“O Amante de Lady Chatterley” foi  considerado obsceno e proibido por mais de trinta anos na Inglaterra ( publicado na Itália em 1928, apenas em 1960 no Reino Unido) e circulou  clandestinamente nos países de língua inglesa. O uso de palavras tidas como “indecentes” ( o “amor à italiana”, por exemplo), as descrições dos atos sexuais, a relação entre uma burguesa- aristocrata e um trabalhador, a crítica à guerra, tudo isso eram afrontas ao conservadorismo e ao moralismo tradicional.

Continue lendo

Em: resenha | Tags:

“Era uma vez um homem chamado Jacinto Silva que em 1921, tinha uma livraria na rua 15 de Novembro, a casa Editora “O Livro”. Todas as tardes lá se reuniam um poeta, um romancista e um pintor. Guilherme de Almeida, Oswald  de Andrade e Di Cavalcanti. Uma tarde o poeta leu, na sala aos fundos da livraria, o seu livro daquele ano. Depois outros autores leram outros livros e mais e mais gente foi chegando. Pintores e escultores, inclusive Brecheret fizeram exposições. Músicos tocaram. Foi quando nasceu a idéia de se fazer, nesse mesmo lugar, uma grande exposição de arte moderna, ilustrada com concertos de música e recitativos de poesias modernas. Tudo moderno.” (Carminha de Almeida, 1939).

Di Cavalcanti em “Viagens da minha vida” sustentou que ele sugerira a Paulo Prado “a nossa semana, que seria uma semana de escândalos literários e artísticos, de meter os estribos na barriga da burguesiazinha paulistana”.

Continue lendo

Em: ensaio | Tags: