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Mês:

abril, 2015

Esta é um Novela de autoria de Carlos Russo Jr., Registro na B.N. : 643.212, livro: 1.236, folha 483.

Sumário

Como preparar o leitor para o que o espera em 2039? Essa é uma novela de ação, de brutalidade, da maldade humana que atinge o seu ápice quando o poder conseguiu libertar-se de todas as amarras civilizatórias para oprimir, destruir e enriquecer.

A obra é um grito de alerta dado pelo escritor que viu, ouviu e viveu coisas demasiado grandes para ele mesmo, fortes demais, irrespiráveis, desceu ao poço profundo da miséria humana, comeu de sua própria desmedida, e disso tudo trás memórias que o esgotam. O autor que assume a criação já chega com o corpo ferido, a alma dilacerada, os olhos vermelhos das lágrimas vertidas, os tímpanos perfurados por tudo o que ouviu e que sabe que ainda tornará a ouvir.

Mas é necessário libertar a vida em toda parte em que ela esteja aprisionada pelo homem e no homem, pelos Sistemas que ele cria para encarcerá-la, impedi-la de alcançar a plenitude. É absurdo pensar que a Justiça e o Poder dos homens sejam uma inexaurível fonte do mal, destinada para o proveito de poucos a quebrar o corpo e a alma dos esmagados, destruí-los, transforma-os em objetos.

Um empreendimento de prevenção em saúde pública coloca o nosso escritor como um médico, curandeiro de si próprio, fragilizado pela vida que o mutilou, busca o remédio para si e assume as competências necessárias para tratar o próprio mundo e a vida. E para isso, ele inventa uma sociedade; um, dois, uma dezena e, de repente, milhares de homens com o espírito da revolta, num mundo tremendo que esmaga pelo lucro, pelo consumo e pela ostentação.

Esse é um mundo ficcional que é transportado para o futuro, mas cujos vírus estão sendo inoculado, preparado para um devir tremendo, sobre o qual o escritor delira. E é nesse delírio que ele cria a possibilidade de cura com seu enorme berro de alerta!

Que a ficção não seja profecia” está voltado à produção de anticorpos que destruam os vírus da intolerância, da maldade, do preconceito e da exclusão social. Vírus cujos tentáculos permeiam a vida e que no delírio do autor adquirem direitos exclusivos em quase todo o tecido social.

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Em: novela | Tags:

Na antiga civilização grega a religiosidade para ser compreendida necessita de que esqueçamos conceitos como “fé” e “crença” do modo como são entendidos nos nossos dias.

A religião grega não tinha um livro, uma bíblia, ou uma Igreja. O sacerdócio era o apanágio de algumas famílias antigas, que gradualmente se transformaram em magistraturas, as quais,  como outras funções cívicas, possuíam delegados eleitos pelo voto em assembleias realizadas na Ágora.

Deste modo, jamais existiu a figura do corpo sacerdotal permanente, do profissional, do mesmo modo como não havia uma teologia, nem dogmas e muito menos credos.

Nesse sentido, o “crer” do grego é inseparável do conjunto das relações sociais e das práticas sociais. Ou seja, entre o sagrado e o profano não existia uma oposição radical ou um corte rígido.

Vernant coloca a questão dessa crença dentro dos três elementos que constituem um sistema religioso:

  1. Os rituais: crer é cumprir certo número comum de atividades durante o dia ou durante o ano, com festas que são fixadas rotineiramente pelo calendário. Funcionam do mesmo modo como atos da vida cotidiana.

Existem determinadas regras que englobam esses comportamentos e que também possuem um caráter religioso. Por exemplo, o sacrifício de animais é a um só tempo uma cerimônia religiosa, com seu ritual “preconizado pelos deuses” para que os homens se alimentem e os homenageiem; ao mesmo tempo, uma cerimônia social que reúne os cidadãos e que aumenta a “phylia”, a amizade, entre os mesmos.

  1. As figuras dos deuses, as imagens e os ídolos: os ídolos ou ícones constituem as primeiras figurações e normalmente pertencem aos “guenos”, às famílias. Gradualmente, a cidade como que “sequestra” esses ídolos “familiares” e os transforma em públicos.
  2. O mito: como a crença no sagrado não se esteia em livros, ela é contada por meio de narrativas, que somente adquirem uma forma canônica no século VI a.C., a partir de Homero, Hesíodo e dos poetas como Píndaro. As crianças e os jovens, no processo que os gregos denominavam “paideia”, iriam estudar esses versos narrativos e decorá-los.

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Em: ensaio | Tags:

O Marquês de Sade é aquele que se revolta contra o mundo e ao mesmo tempo contra si mesmo. Num homem condenado a viver mais de vinte e seis anos atrás das grades, estas duas revoltas absolutamente não chegam a ser contraditórias. Negando o homem e sua moral, Sade o fará em nome do mais forte dos instintos: o sexual!

Para Sade, a própria natureza é sexo, que na sua lógica o conduz a um mundo sem lei, onde o único senhor será a energia desmedida do desejo. O sexo, por um lado expressão da natureza, por outro, ímpeto cego que exige a posse total dos seres, mesmo ao preço de sua destruição. A liberdade que Sade reclama não é a dos princípios, mas aquela dos instintos.

Sade, que só conheceu a lógica dos sentimentos, tratou de criar o sonho monstruoso de um perseguido. Uma sede extremada de uma vida proibida, somente aplacada de furor em furor, até transformar-se em um sonho de destruição universal.

Donatien Alphonse François de Sade, o Marquês de Sade, nasceu um aristocrata. Foi perseguido pela monarquia (o Antigo Regime) e mesmo tendo sido um correligionário dos revolucionários vitoriosos de 1789, foi por eles encarcerado. Posteriormente, o Imperador Napoleão repetiu a rotina de enjaulamentos consecutivos.

Sade é um marco que só extrai da revolta o não absoluto. Os vinte e seis anos de prisão não lhe permitem possuir nenhuma atitude conciliadora para com os homens. Toda ética da solidão implica exercício de poder e o Marquês de Sade foi tratado de maneira atroz, tendo reagido de modo igualmente atroz. A liberdade, enquanto sonho de um prisioneiro, não pode suportar limites; a liberdade passa pelo crime ou não é mais liberdade. A liberdade ilimitada do desejo significa a supressão da piedade e do outro.

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Em: ensaio | Tags: