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outubro, 2014

No primeiro ensaio sobre “As asas da liberdade”, enfocamos o pensamento de  Hanna Arendt,  http://proust.net.br/blog/?p=328. No segundo, dedicamo-nos à análise da democracia e do papel de Jesus Cristo, do ponto de vista do exercício da liberdade, http://proust.net.br/blog/?p=354. Nesse terceiro e último ensaio enfocaremos o pensamento crítico na essencialidade da liberdade.

                         A importância do pensamento crítico

Pensar criticamente significa iluminar a trilha do pensamento em meio aos preconceitos, às opiniões não examinadas, e às crenças. Nem dogmático nem cético, o pensamento crítico corresponde à modéstia destruidora que questiona as possibilidades e o limites do pensar. E isto Kant o fazia sem poder vivenciar pessoalmente a liberdade, sob a Prússia reacionária de Frederico II!

Se alguém perguntar-me sobre o que considero como características fundamentais do pensamento crítico eu elencaria, antes de tudo, a reflexão sobre o próprio pensar, depois o pensamento modesto e, finalmente, a popularização do pensar filosófico, por si só questionador.

Dado que o ser humano como tal só existe na comunicação e na consciência dos outros, devemos compartir para aprender, escolhendo nossas companhias. E se essa escolha significa escolher determinados pensadores ou certos companheiros de jornada, o seu objetivo deverá ser a busca de um caminho próprio, que será sempre somente nosso, aberto para as questões do presente! De modo que os pensadores escolhidos se tornem contemporâneos e não o contrário. O Passado possui suas luzes e trevas, mas somente o Presente é vida e é nele que devemos aspirar viver a liberdade!

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Em 1933, os nazistas chegam ao poder na Alemanha através do voto democrático. Imediatamente devotam-se à destruição da democracia e à implantação do regime totalitário mais odioso da História da humanidade. O mesmo já ocorrera na Itália alguns anos antes, com o ex-socialista e fascista Benito Mussolini.

Logo após o incêndio do Parlamento Alemão pelas claques de “choque” de Hitler, Mann, o maior dos escritores alemães do século XX, decidiu exilar-se de seu País.

Compreendendo os perigos que a ordem nazifascista representava para a Alemanha, assim como para o restante do mundo, o engajamento do autor de A Montanha Mágica na luta democrática não tardaria. Em 1937, Thomas Mann publicou uma crônica sob o título: Advertência à Europa!

A Advertência era dirigida muito particularmente aos intelectuais, aos escritores, aos artistas, cientistas e a outros depositários do patrimônio cultural da humanidade. Firmemente Mann assinala a responsabilidade dos intelectuais que se omitem e se alheiam do combate aos inimigos da inteligência e da cultura, a pretexto de resguardarem a “integridade” e a “pureza” do espírito de qualquer contaminação de “caráter político”. Isto insistia Mann, resultava efetivamente em servir de um modo ou de outro ao “partido do interesse”, ou seja, os interesses de uma ordem política decadente, reacionária e por isso mesmo temerosa da cultura e do espírito. “Em nosso tempo, a torre de marfim é apenas uma tolice, e é quase impossível alguém furtar-se a compreendê-lo”.

“A democracia se realiza efetivamente em cada um de nós, visto que a política se tornou um negócio de todas as gentes. Ninguém pode afastar-se dela; a pressão imediata que ela exerce sobre cada um é demasiado forte. O fato é que aquele que nos declara “eu não me importo com a política”, parece-nos um homem superado, caduco. Tal ponto de vista revela não somente egoísmo e irrealidade, mas ainda embuste e estupidez. Mais que ignorância do espírito, o que há nisso é indiferença moral.”

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Em 1940, ano da sua morte, ao fugir do nazismo, Benjamin escreve aquela que seria a derradeira obra, considerada por muitos como o mais importante texto sobre o materialismo histórico desde Marx; para outros, a antiga ortodoxia, um retrocesso no pensamento benjaminiano: são as “Teses Sobre o Conceito de História”.

Adorno, referindo-se àquele de quem foi o único discípulo, Benjamin apesar de não ser poeta pensava poeticamente inclusive questões tão concretas como o materialismo histórico. Seu expressar-se é quase sempre metafórico, na própria acepção grega de “metaphorien”, do transporte que estabelece conexões sensorialmente percebidas, dispensando muitas interpretações. O sentido da importância do progresso material, por exemplo, é por Benjamin cotejado com a excelente metáfora do Anjo da História:

Paul Klee desenhou o “Angelus Novus”. “Representa um anjo que parece querer afastar-se de algo que ele encara fixamente. Seus olhos estão Coll IMJ, photo (c) IMJescancarados, sua boca dilatada, suas asas abertas. O Anjo da História deve ter esse aspecto. Seu rosto está dirigido para o passado. Onde nós vemos uma cadeia de acontecimentos, ele vê uma catástrofe única, que acumula incansavelmente ruínas sobre ruínas e as dispersa a nossos pés. Ele gostaria de deter-se para acordar os mortos e juntar os fragmentos. Mas uma tempestade sopra do paraíso e prende-se em suas asas com tanta força que ele não pode mais fechá-las. Essa tempestade o impele irresistivelmente para o futuro, ao qual ele vira as costas, enquanto o amontoado de ruínas cresce até o céu. Essa tempestade é o que chamamos progresso.”

“Minhas asas estão prontas para o vôo,

Se pudesse eu retrocederia,

Pois eu seria menos feliz,

Se permanecesse imerso no tempo vivo”.

(versos de G. Sholem, o amigo mais próximo de Benjamin, sobre o Anjo da História)

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