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Mês:

julho, 2014

Em conformidade com a Bíblia Sagrada, que é sempre História e mito, Jacob já ostentava o título de Israel- o guerreiro de Deus- pelo qual a posteridade conheceria seus descendentes como a raça escolhida pelo Senhor de Abraão, quando conduzia todos os seus bens através dos caminhos perigosos que demandavam a Canaã.

Desde que empreendera a fuga dos domínios de seu sogro Labão, Israel era um homem rico que buscava um lugar seguro onde pudesse implantar as suas tendas, apascentar o gado e cultivar a terra. Seus bens incluíam suas duas mulheres, Lia e Raquel que, conjuntamente com as servas Bala e Zelpa, haviam-lhe gerado doze filhos (Benjamin ainda estava por nascer); dezenas de escravos e escravas, pastores e vaqueiros; mais de cinco mil cabeças de ovinos, burros, camelos e montaria.

Após longo caminhar, o séquito deixara para traz vales perigosos, até chegar a uma região relativamente calma, um pouco montanhosa, onde as flores, frutas e a cevada cresciam sem cultivo. E, ao fundo, guarnecendo o planalto, estava a cidade dupla de Siquém mais que centenária, com seus quinhentos habitantes, cercada por fortes muralhas.

Pode-se bem imaginar os sentimentos desencontrados com que o povo da cidade viu se aproximar a comitiva dos nômades de Israel. Quais seriam as suas intenções? A população de Siquém não era belicosa, mas pacífica, dedicada ao comércio e amante do conforto. Seu rei, Hemor, um velho artrítico e rabugento que nada negava ao príncipe seu filho, um fidalgote mimado, chamado, tal qual a cidade, Siquém. A guarnição da cidade era composta por vinte egípcios, acostumados à boa vida e confiantes no poder das grossas muralhas, assim como no distante poder do Faraó, a quem a cidade prestava suserania.

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A última erupção do Vesúvio havia ocorrido em 1737 e um ano após o evento, a montanha se mantinha calma. Depois da explosão, uma grande quantidade de estátuas e imagens havia sido encontrada por certo General d’ Elboeuf, amante de antiguidades e entregue ao rei das Duas Sicílias, Carlos de Bourbon. O rei, recém casado com Maria Cristina, não se pode negar ao “capricho” da rainha que se encantara com a beleza das peças e desejava ainda mais “relíquias”. Ordenou o Rei que o chefe do Exército se encarregasse da expedição. Este, então, recrutou seus trabalhadores dentre os prisioneiros e com pólvora e ferramentas iniciou as perfurações a partir de um poço de exploração aberto pelo d’ Elboeuf.

Era preciso vencer mais de quinze metros de dura massa vulcânica. À custa de explosões e picaretas os corredores principiaram a ser abertos. Em determinado momento, a picareta tocou em metal e o golpe soou como um sino. Era o primeiro achado: três fragmentos de cavalos de bronze.

Somente então, o Exército chamou um especialista, o Marquês Venuti, diretor da Biblioteca Real, que passou a superintender as explorações posteriores. Seguiram-se três esculturas de mármore, romanos vestidos de togas, colunas pintadas e um cavalo inteiro de bronze de quatro metros de altura. O entusiasmado Marquês resolveu descer pessoalmente nas escavações e descobriu uma escada que o conduziu a uma inscrição em bronze onde se podia ler: “Theatrum Herculanense”, construído à custa de um mecenas de nome Rufus.

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“A Voz do Brasil” foi criada no governo de Getúlio Vargas, entrando no ar, diariamente, desde 22 de julho de 1935. No entanto, outro foi o seu nome de batismo: “Hora do Brasil”. O programa radiofônico mais antigo da América do Sul teve por primeiro apresentador ninguém menos que o inesquecível Luiz Jatobá; sua entrada no ar era precedida pelos acordes vibrantes e inconfundíveis da protofonia da ópera “O Guarani”, de Antônio Carlos Gomes.

Durante o Estado Novo, em 1938, o noticiário passou a ter veiculação obrigatória nas emissoras de rádio do país, sempre no horário das dezenove horas.

A ditadura de 1964, para marcar presença, modificou- lhe o nome e o conteúdo. Em 1971, por decreto do General Médici, a “Hora do Brasil” transformou-se em “A Voz do Brasil”, nome que é mantido até os dias de hoje, pese sua programação haver sido modificada no regime democrático.

Nosso ensaio focará os homens que, emprestando sonoridade  à “A Voz do Brasil” , transmitiram vida e perenidade a ela, ganhando lugar nos corações e mentes de gerações e gerações de brasileiros: falaremos sobre o maestro e compositor Carlos Gomes e sobre o primeiro e magistral locutor, Luiz Jatobá.

Carlos Gomes, após conhecer a glória, que lhe permitiu ser considerado pela crítica como o continuador de Verdi,  morreu quase na miséria, de câncer na garganta, em Belém do Pará. Na década de setenta, durante a ditadura militar, Luiz Jatobá, uma das vozes de maior prestígio no rádio e no cinema brasileiro, sofreu perseguição política e emigrou para os EUA, até falecer, triste e solitário, em 1982. Aqueles que encarnaram a Alma e  Voz do Brasil tiveram quase um mesmo tipo de destino.

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