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Mês:

abril, 2014

“Auschwitz é o ponto zero da História, o começo e o fim de tudo o que existe. Ele é a referência final e em relação a ele, todo o demais será julgado”… “Porque vimos a aniquilação de comunidades judaicas, ciganas, comunistas, democratas, pelo câncer nazi- fascista na Europa, temos que combatê-lo sem um minuto de trégua, para salvar o mundo do contágio”. (Elie Wiesel)

Aproximadamente um milhão e trezentas mil pessoas, sendo mais de oitenta por cento deles judeus, morreram nesses campos. Aqueles que não foram executados nas câmaras de gás de Birkenau, morreram de fome, devido aos trabalhos forçados, doenças infecciosas, e ainda  por execuções individuais  ou por “experiências científicas”.

OLYMPUS DIGITAL CAMERAAuschwitz foi a maior rede de campos de concentração operada pelo Terceiro Reich, formatado por  Auschwitz I ( campo principal e centro administrativo);  Auschwitz II–Birkenau (campo de extermínio); Auschwitz III–Monowitz ( centro de trabalho escravo).

No seu Portal de entrada os recém chegados liam três palavras escritas com escárnio: “Arbeit macht frei”, ou “Só o trabalho liberta”

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Aproxima-se o dia Primeiro de Maio. Nos dias de hoje, ele é oficialmente celebrado em mais cento e vinte países, e sua importância nas sociedades somente é comparável aos dias vinte e cinco de dezembro e primeiro de janeiro. Mas não foi sempre assim, como veremos.

Há um século, o Primeiro de Maio de 1914 foi uma das primeiras jornadas de afirmação de classe do proletariado brasileiro, barbaramente reprimida. Coordenada por Domingos Passos, logo a seguir fundou-se a Federação Operária do Rio de Janeiro e, em 1917, ocorreu a primeira Greve Geral Brasileira.

Um dos fatores que mais diferenciam o dia “Primeiro de Maio” das demais datas comemorativas é o fato de ela não haver sido instituída por religião alguma, assim como tão pouco foram poderes governamentais que a instituíram, mas sim, um movimento absolutamente não oficial de homens e mulheres pobres. O evento internacional da classe operária e dos trabalhadores foi instituído em 1890, através de uma convocação da Segunda Internacional, a bem da verdade, de sua ala marxista. Uma resolução aprovada em Paris, em junho de 1889, em comemoração ao centenário da Grande Revolução Francesa, e sua principal bandeira de lutas era pelo limite do dia de trabalho em oito horas.

Um importante detalhe. A convocação foi feita para uma única manifestação internacional, “que deveria realizar-se de acordo com as condições de cada país”. Como, posteriormente, escreveu Edouard Vailland, um dos mais importantes delegados da Internacional Socialdemocrata: “Quem poderia ter previsto o rápido e impressionante crescimento do Primeiro de Maio?”

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Medeia é o contraponto da inocência e da dedicação ao amor de uma outra tragédia de Eurípedes, Alceste. Ela foi apresentada ao público no auge da carreira do poeta, em um momento político delicado de degradação, de corrupção e do questionamento dos valores cívicos da democracia ateniense.

Foi inspirada no mito dos argonautas, os pilotos da nau chamada Argos, que sob o comando de Jasão, teve como missão navegar até os confins do mundo e roubar o velocino de ouro do pai da princesa Medeia.

Medeia, aquela que possui poderes demoníacos e mágicos, apaixona-se por Jasão, auxilia-o no roubo e sequestra o próprio irmão, para facilitar a fuga dos gregos. Quando o pai se aproxima na perseguição, ela não tem dúvidas em sacrificar o irmão para atrasá-lo e salvar-se com o amante.

Mas a política impede que Jasão retorne à sua terra, Ilco. Por isso, busca refúgio em Corinto, onde viverá com Medeia e eles terão dois filhos. Passados dez anos, Jasão que é ambicioso, decide casar-se com a filha de Creonte, rei de Corinto, abandonando Medeia.

Medeia é a figura central. Seu desespero de mulher traída e abandonada desencadeará uma fúria irracional, mas calculista dentro de incontida selvageria. Afinal, quem sacrificara a fortuna do pai e a vida de um irmão pela paixão por um homem, com o mesmo denodo buscará na fúria a destruição de tudo o que for mais caro a Jasão, ou seja, sua noiva e seus próprios filhos.

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