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Mês:

janeiro, 2014

Operação Barbarossa: assim foi denominada a primeira fase do ataque alemão à União Soviética na Segunda Guerra, desencadeada em junho de 1941. E de início tudo correu de acordo com os planos dos líderes da maior e mais perfeita máquina militar até então montada no mundo. A ação das tropas nazistas foi arrasadora; a blitzkrieg funcionou perfeitamente na Rússia. Precedidos por uma intensa barragem de artilharia pesada e de um sistemático bombardeio aéreo de saturação que pulverizaria fortificações, entroncamentos ferroviários, bases aéreas e navais, centros de concentração de tropas, depósitos de material bélico e combustível, três poderosos exércitos alemães, antecedidos por grandes formações blindadas invadiam a União Soviética, com o apoio de forças finlandesas, húngaras e romenas.

Privado de comando competente, comunicações rápidas e perdendo a iniciativa da luta em todos os setores, o Exército Vermelho foi facilmente dividido em grandes grupos pelas vanguardas blindadas alemãs, que operavam como cunhas. Posteriormente, os grupos isolados eram cercados e submetidos a bombardeios de saturação.

Para os soviéticos, a invasão foi uma dupla e dolorosa surpresa. A primeira surpresa foi tática, pois os comandos soviéticos responsáveis pela defesa das fronteiras ocidentais estavam com as mãos amarradas, em vista das ordens expressas de Stalin de evitar qualquer medida que pudesse ser interpretada como “provocação” aos alemães. Assim, a despeito da surpresa, da desorganização inicial do Exército Vermelho, da perda de importantes bases, centros de comunicações e indústrias vitais, os russos revelavam-se dispostos a lutar, contrariando os prognósticos dos alemães.

As ordens de Hitler eram que todos os judeus e militantes comunistas que lhes caíssem nas mãos deveriam ser sumariamente liquidados, além de considerar toda a população como refém para execução como represália a qualquer ato de sabotagem ou guerrilha. Blumentritt, um dos generais responsáveis, observaria: “A conduta dos russos, mesmo nos primeiros choques, é completamente diferente dos poloneses e dos ocidentais quando são batidos. Mesmo quando estão cercados, os russos resistem e lutam, quase sempre até a morte…”

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A história do Hino Nacional Francês e de seu autor (da música e da letra) constitui um instante especial no teatro da vida. Uma aventura feita de glória e de esquecimento, de luta e de poder, de despotismo e de ideais, de sofrimento e conquistas. Ela foi transportada para as telas do cinema pelo gênio de Jean Renoir. Nós iremos contá-la em três atos.

Primeiro ato: Ano de 1792.

A França revolucionária era ameaçada pela coalizão do absolutismo monárquico, e os exércitos austro- húngaros estavam a alguns quilômetros das fronteiras alsacianas. Enquanto isso, a Assembleia Nacional hesitava entre a guerra e a paz. Os Girondinos, em minoria, eram a favor da guerra por crerem que ela lhes devolveria o poder político, e a esquerda, os Jacobinos, pela paz. Ao final dessa luta política, o vacilante rei Luiz XVI assinaria a declaração de guerra.

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Amor à sabedoria é a própria definição da filosofia. Sócrates tinha a vontade de conciliar as opiniões e isto não seria possível se cada um quisesse impor a sua como verdade aos demais; por isso ele colocava-se ao mesmo nível de todos.

Para Arendt deve-se distinguir a solidão do isolamento do estar-se só. Trata-se de afirmar o espaço da vontade diante do mecanismo do mundo. Este é o amor da vontade que emerge do amor à liberdade como condição. “A liberdade não pode ser desejada como um prêmio a ser alcançado somente no final de um processo histórico inevitável.” A liberdade é como uma instituição permanente para um novo começo de vida, assim como o amor ao próximo é intrínseco ao se pronunciar sobre a política.

Arendt diz que estar só é fundamental para que a atividade do pensamento se realize; aquele que pensa encontra-se em sua própria companhia e vive a dualidade do diálogo do “eu consigo mesmo”, o diálogo socrático do dois em um. Estar só é um intervalo no estar junto da existência. Ela já é uma pluralidade, pois cada um de nós somos plurais.

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