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Mês:

outubro, 2013

Lincoln, o filme americano de trama que se propõe histórico- bibliográfico lançado em 2012, dirigido por Steven Spielberg foi baseado no livro “Team of Rivals: The Political Genius” de Doris Goodwin. Ele abrange exclusivamente os quatro últimos meses de vida de Lincoln.  Foi aclamado pela crítica, sendo indicado para sete Globos de Ouro, em 2012. Na 85ª edição dos Academy Awards, o filme ganhou dois prêmios (melhor direção de arte e melhor ator).

Finalmente, e o que mais interessa para Hollywood, o filme foi um enorme sucesso comercial, tendo arrecadado mais de 300 milhões dólares em bilheteria.

Num filme que se propõe biográfico, o crítico deve estar atento ao que ele contenha de realidade dentro da ficção. O verdadeiro Lincoln não está ali. Mas ele poderá ser encontrado dentro de seus próprios escritos e nas memórias de W. Herndon, seu antigo sócio no escritório de advocacia, onde Lincoln representava os interesses das grandes ferrovias e dos civis que poderiam pagar pelos seus serviços. Conforme ele, “Lincoln tinha um motorzinho incansável: a ambição”. “É verdade que nenhum grande homem é modesto, mas ele possuía entranhada uma forte arrogância intelectual e presunção inconsciente de sua superioridade”.

Abraham Lincoln lia pouco, mas de forma objetiva. “A política era seu Paraíso, a metafísica, seu Inferno”. Ele leu e releu mais de uma vez Shakespeare e estudou todos os comentários legais de Blackstone sobre as peças do teatrólogo inglês.  Por outro lado, ele não suportava nem romances, nem biografias.

Vemos no filme um Lincoln crente em Deus, quando na verdade, o futuro Presidente não somente rejeitou o cristianismo como escreveu um opúsculo intitulado “Infidelidade”, onde tentava mostrar que a Bíblia era falsa e Jesus era filho de um homem como outro qualquer. Seu amigo e chefe na advocacia, Hill, conseguiu tomar-lhe o manuscrito e o destruiu, de acordo com Gore Vidal. Mais tarde, durante o mandato Presidencial, Lincoln foi pressionado a incluir Deus em seus discursos. “No fundo, Lincoln era um fatalista, um materialista da escola de Demócrito e Lucrécio”.

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Após um longo período de relativa “dormência social”, começam a ressurgir sinais inequívocos da retomada do espaço público pela cidadania. As manifestações que tomaram o país de assalto em junho refluíram, mas não se esgotaram; elas hoje se reproduzem em menores proporções e em determinados centros urbanos.

Os poderes públicos ao dizerem que as aceitavam “naturalmente”, como “sendo parte da democracia”, fizeram jogo de cena enquanto tomavam pé da real situação e, acuados, após realizarem algumas concessões, infiltraram seus provocadores e informantes em meios às manifestações espontâneas, com o objetivo de tumultuá-las e provocar o caos. No momento seguinte, passaram a reagir com a costumeira truculência policial com que se oprime e massacra os “pobres e ofendidos”, com o objetivo de que as pessoas, temerosas da violência, abandonassem o espaço que principiavam a reconquistar na “polis”.

O movimento espontâneo da cidadania foi apartidário, teve foco difuso e sem lideranças claras, como seria absolutamente inevitável que assim o fosse graças à perda de referenciais partidários e de organizações desgastadas da sociedade civil; no entanto, ele jamais deixou de ser um movimento político, carregando todas as letras da verdadeira ação cidadã. E é esse despertar da cidadania que nos obriga a pensar o momento que se  coloca. A esse esforço direciona-se a modesta contribuição desse Espaço Cultural.

Marx afirmava que para a burguesia e seus aliados e para o imperialismo em seu conjunto, era imprescindível potencializar o caráter fetichista da sociedade e ocultar o mais possível sua natureza exploradora, injusta e desumana. No mesmo sentido, Brecht brindou-nos com uma frase inesquecível: “o capitalismo é um cavalheiro que tem vergonha de ser chamado pelo próprio nome”. E esse “cavalheiro” assume, a cada momento, uma de suas múltiplas máscaras, nas diferentes “personnas” desse teatro brechtiano que é a própria vida.

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