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Mês:

março, 2013

Os momentos mais misteriosos da história da humanidade são aqueles em que surgem as religiões. A ideia que brota quase sempre de um único cérebro transborda atingindo centenas, milhares e milhões. Esses instantes místicos pelas suas peculiaridades, decorrido o tempo, jazem sepultados no esquecimento, tornando quase sempre difícil precisar as circunstâncias em que os mesmos ocorreram. Por sorte esse não é o caso de um enorme conjunto de seitas religiosas, denominadas genericamente de religiões Neo-Pentecostais, que se desenvolveram nos Estados Unidos da América somente a partir da última década do século XIX e empolgam, no século XXI, parcelas crescentes da humanidade em quase todos os países.

Os Neo-Pentecostais abrangem hoje mais de dezenove mil denominações e congregam aproximadamente trezentos milhões de seguidores. Possuem mídia televisiva, assim como outros canais próprios de divulgação de massa. Influenciam a vida política das nações, compondo bancadas parlamentares cada vez mais influentes. Estima-se que movimentem mais de trinta bilhões de dólares anuais, boa parte dos quais com isenção de impostos e à margem de controles formais.

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Os primeiros anos do século XX  viram surgir o livro “Os Anarquistas”, do historiador alemão Paul Eltzbacher. Nele são expostos comparativamente os pensamentos dos grandes expoentes do anarquismo mundial, a começar por Godwin, Stiner, chegando a Proudhon e Bakunin, Tucker e Kroptkin. E, logicamente, Tolstói. O grande épico russo teve acesso ao trabalho de Eltzbacher e considerou-o absolutamente de acordo com suas doutrinas. Para chegar a esse despretencioso estudo “Tolstói, um anarquista cristão”, tomo por base “Os Anarquistas” e “A Insubmissão”.

“A propriedade é, hoje em dia, a raiz de todo o mal. Ela causa o sofrimento dos que a possuem e dos que não a possuem… O perigo de conflitos entre os que dispõem do supérfluo e os que vivem na pobreza é inevitável. O Estado sempre defende o princípio da propriedade privada.”  Sendo o Estado, na Rússia nos primórdios do século XX, o grande esteio do latifúndio, ele assume a responsabilidade por toda uma injusta organização social; transformou-se num criminoso que estabeleceu um sistema de violências com numerosas malhas, leis, homens da lei, prisões, juízes, policiais, políticos, exércitos.

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Nos anos de 1915 a 1917, a Suiça era um pequeno país a desfrutar a paz em meio ao grande conflito mundial. Por isso mesmo, lá se concentravam espiões e contra-espiões de todas as potências beligerantes, ademais, milionários que preferiam não correr riscos com suas fortunas, assim como, exilados expulsos de países autocráticos. Alguns viviam “à la larga”, outros, muito pelo contrário.

Nesse mesmo tempo residia em Zurique um estrangeiro que não era considerado muito relevante pelas autoridades e tão pouco pelos serviços de inteligência. O foco desse estrangeiro era a revolução proletária e a paz, não a guerra imperialista. Esse homem também não frequentava hotéis elegantes, assim como jamais aparecia nos bons cafés de época e nem comparecia a reuniões abertas de propaganda. Vivia discretamente na companhia de sua esposa como hóspede de um sapateiro que alugava quartos, na Spiegelgasse, em frente ao Limmat, no segundo andar de uma velha construção, que tinha as paredes externas sujas graças à fumaça expelida por uma pequena fábrica vizinha produtora de salsichas.

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( uma resenha parcial )

Introdução

Joyce empreende o resgate da consciência de sua “raça irlandesa” a partir de sua condição de “exilado”. Exilado da Pátria que ama e odeia simultaneamente, mas que traz permanentemente consigo, em seu refúgio em Trieste, na Itália. “Um retrato do artista quando jovem” é uma obra semi-autobiográfica, o “retrato” onde o autor escolheu fixar as impressões da infância, da adolescência e da juventude.
Stephen Dedalus, o narrador, é o alter-ego de Joyce, que carrega no coração todos os herois pátrios destroçados pela violência política e pelo moralismo opressor, como o líder separatista Charles Parnell. Carrega também o ódio ao opressor inglês e aos preconceitos de uma aristocracia protestante formalizada, minoritária e colaboracionista. Um ódio que provoca o escárnio e a ironia, voltados àqueles que cultuam a injustiça social e promovem o massacre dos pobres, através da violência, da prepotência e da ignorância, com que os dominados são mantidos sob rédeas. Finalmente, Stephan odeia também a hipocrisia do clero católico, e esta é denunciada como conivente aos dominadores.

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Em: resenha | Tags:

O Imperador Dom Pedro II era um intelectual. A erudição do mesmo surpreendeu até mesmo Nietzsche quando ambos se conheceram. Victor Hugo disse-lhe a esse respeito: “Senhor, sois um grande cidadão, sois o neto de Marco Aurélio” (o filósofo estoico, imperador romano). Alexandre Herculano considerou Dom Pedro um “príncipe, o primeiro de sua era”, “graças à sua constante aplicação nas ciências e na cultura”. Pedro II manteve intensa correspondência com cientistas, filósofos, músicos e intelectuais. Era um homem de seu tempo. Muitos de seus correspondentes se tornaram amigos incluindo Richard Wagner, Pasteur, Louis Agassiz, Chevreul, Graham Bell, Longfellow, Arthur de Gobineau, Frédéric Mistral, Manzoni, Alexandre Herculano e Camilo Castelo Branco.

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