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Mês:

fevereiro, 2013

“Desculpai-me se meus discursos vos entediam. Os velhos, quando começam a tagarelar, são insuportáveis”, dizia o mestre Cagliostro, na palavra do conde de Saint- Germain. Ele sabia melhor que ninguém que, quando um homem vive muito, ele se dá conta de que, no fundo, o mundo é monótono, os homens não aprendem nada e recaem a cada geração nos mesmos erros e horrores; os acontecimentos não se repetem, mas se assemelham. 

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Graciliano Ramos afirmava com toda a sua coerência de comunista convicto, nos anos da ditadura Vargas, que: “Como a profissão literária ainda é uma remota possibilidade, os artistas em geral se livram da fome entrando para o funcionalismo público”. Também pudera: “Vidas Secas” teve uma primeira edição em 1938; a segunda de mil exemplares só saiu em 1947 e a terceira demorou mais cinco anos para ocorrer. Para sobreviver, ele escrevia pela manhã, era inspetor de ensino à tarde e, à noite, editor do “Correio da Manhã”.
Assim como Graciliano, a maioria de nossos escritores detestava a ditadura Vargas e o fascismo, mas recebiam dos cofres públicos por serviços prestados. O Ministério da Educação era comandado por Gustavo Capanema que tinha como chefe de gabinete ninguém menos que Carlos Drummond de Andrade, no mesmo período em que este escrevia o poema “A Rosa do Povo” (“este é tempo de partido, tempo de homens de partidos”). Drummond disse, posteriormente: “Existe uma diferença entre servir uma ditadura e servir sob uma ditadura”.

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   Uma pequena resenha

Dentro da imensa obra do historiador, crítico literário, intelectual e marxista Werneck Sodré, encontamos um conjunto de crônicas forjadas a partir de “pequenas impressões da vida cotidiana”. Trata-se de “O Fascismo Cotidiano”, escrito no princípio da decadência da Ditadura, em 1976. Reportar-nos-emos a uma única dentre o conjunto das crônicas, dada a sua extrema atualidade, na medida em que “o fascismo cotidiano” viceja, de forma e intensidade distintas que no passado, ainda hoje, em nossa sociedade.
Werneck Sodré principia com anotações por ele realizadas entre janeiro e abril de 1935, em Moscou. Palmiro Togliatti dava, naquele então, uma série de cursos sobre o fascismo para operários italianos, nascidos para a vida política sob o regime estabelecido em 1922. 

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Em: resenha | Tags:
Uma resenha do livro do General Vassíli Riábov: “O Grande Feito do Povo Soviético e seu Exército”. (Editora Progresso, Moscou, 1983)
 
1. Introdução

 

Desde o início da Guerra, os nazistas tinham como estratégia a tomada de Moscou. O inimigo calculava que com a queda da capital política e econômica da U.R.S.S. seria quebrada a resistência do Exército Soviético e a guerra terminaria. Na operação denominada “Tufão”  o comando nazi esperava desbaratar as tropas soviéticas ainda nas vizinhanças da capital (entre Viazma e Briansk) e depois invadi-la e destruí-la. O “Grupo de Exércitos Central”(sic) recebeu reforços e as forças atacantes somavam: 74 divisões, dentre as quais 14 blindadas e 8 motorizadas, 1 milhão e 800 mil soldados e oficiais, 1.700 tanques de guerra, 1.390 aviões, artilharia de mais de 14.000 canhões e morteiros.
As tropas soviéticas na Frente do Oeste e incluindo suas reservas, contavam com 1 milhão e 250 mil homens, 990 tanques (em grande parte ligeiros), 677 aviões ( apenas 20% de novo tipo), 7.600 canhões e morteiros.

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